Grupo informal que realiza atividades gratuitas tendo em conta a forma e condição física dos participantes e de modo a promover o seu bem-estar. Cada participante assume a responsabilidade pela sua participação bem como os riscos daí envolvidos.O promotor deste blogue e o guia das caminhadas não podem ser responsabilizados por quaisquer danos físicos (ou outros) que se registem com qualquer dos participantes.
DE ALVRE À SRA DO SALTO PELA SERRA DE STA IRIA
PONTO DE ENCONTRO: Café Rio À Vista - Alvre | HORA: 8:30
DISTÂNCIA: 13 km | DURAÇÃO: 4 horas
GRAU DE DIFICULDADE: médio
PONTO DE ENCONTRO
Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui
ou cola o código 4HMJ+CP Aguiar de Sousa no Google Maps.
Ver trilho no Outdooractive
PERFIL DO PERCURSO
LOCAIS DE INTERESSE
PR3 BCL – PELOS TRILHOS DO MONTE FACHO
Início e final na Escola Básica Galegos, Santa Maria (13,5 km)
Época Natalícia
Zona de lazer da Veiga
Capela de S. Lourenço
Capela de S. Lourenço
Painel informativo do PR3 BCL
Capela de Nossa Senhora do Facho
Monumento em homenagem ao Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira
Parque florestal predominantemente autóctone
Foto do grupo
Um dos miradouros
Balneário Castrejo da Pena Grande
Balneário Castrejo da Pena Grande
PR3 BCL – PELOS TRILHOS DO MONTE FACHO
PONTO DE ENCONTRO: Escola Básica Galegos (Sta Maria)
INÍCIO: 8:30 | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 13 Km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: médio
PONTO DE ENCONTRO
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ou cola o código HC7G+98 Galegos (São Martinho) no Google Maps.
LOCALIZAÇÃO DO PERCURSO
Ver trilho do Outdooractive (ver trilho).
PERFIL DO PERCURSO
O Percurso “Pelos trilhos do Monte do Facho” é um traçado classificado como de pequena rota (PR), com cerca de 13 km, de tipologia circular e de dificuldade “algo difícil”, caraterizado pela variedade de pontos de interesse de natureza arqueológica, paisagística, cultural, rural e religiosa, que percorre as freguesias de Galegos Sta. Maria, Roriz e Alheira.
Por terras de Roriz, o percurso percorre caminhos rurais, e destacam-se os recantos proporcionados por alguns ribeiros e capelas. O traçado na ligação de Roriz a Alheira, que nos leva à capela de S. Lourenço, é conhecido como o caminho da galega. Este troço é marcado pela excelência da vegetação que proporciona momentos de pura tranquilidade e frescura.
A Capela de S. Lourenço, em Alheira, é um local de culto e de lazer. segue se por caminhos ladeados por sobreiros e carvalhos em direção à Capela da Senhora do Facho, um local de forte devoção e de peregrinações emblemáticas, das quais se destaca a peregrinação anual, realizada no primeiro domingo de julho. Pelo caminho é dada a oportunidade de visitar o penedo do sino, a eira comunitária, a loja das cabras ou a fonte verde que ficam junto ao traçado do percurso e que rememoram a importância deste Monte para as comunidades locais noutros tempos.
Junto à Capela de Nossa Senhora do Facho, situada num oásis florestal predominantemente autóctone, além de visitar a Capela, é possível calcorrear os vestígios de uma citânia da Idade do Ferro, à qual muitos arqueólogos atribuem a origem da tradição olárica de toda esta região. Deslumbre-se, ainda, com uma das melhores vistas do Minho, numa espécie de anfiteatro panorâmico sobre o vale do Cávado.
Neste local, é de destacar, ainda, o curioso monumento erigido em 1942 em homenagem ao Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira.
No sopé do monte, na freguesia de Galegos Santa Maria, onde supostamente nasceu o emblemático Galo de Barcelos, depare-se com o “Balneário Castrejo da Pena Grande”, monumento da Idade do Ferro destinado a banhos e para práticas do tipo “sauna”, considerado um dos melhores exemplares neste registo na Península Ibérica. É classificado como Monumento Nacional desde 1986.
No que toca ao património natural, de salientar em termos faunísticos a possibilidade de encontrar ocasionalmente o ouriço cacheiro (Erinaceus europaeus), a raposa (Vulpes vulpes), a codorniz (Coturnix coturnix), a gralha-preta (Corvus corone), o melro comum (Turdus merula), o pintassilgo (Carduelis carduelis), o pica-pau (Picus sharpei), o gaio (Garrulus glandarius), a pega (Pica pica), o sardão (Lacerta lepida), entre outros. Relativamente à flora, de referir algumas bolsas da vegetação endémica onde pontificam o sobreiro (Quercus suber), o azevinho (Ilex aquifolium L.), o carvalho (Quercus faginea L.), o pinheiro bravo (Pinus pinaster Aiton) e o pinheiro manso (Pinus pinea L.).
Este é um dos percursos mais emblemáticos do concelho, pois reúne a excelência da natureza, o património religioso ainda muito vivo na comunidade e sítios arqueológicos de relevante valor.
Respeite a natureza, as gentes e os lugares. Descubra este percurso e surpreenda-se com tudo o que tem para lhe oferecer.
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