FOZ DO SOUSA, ANTIGA LINHA DE MIDÕES E MOINHOS DE JANCIDO


DIA: Domingo, 13 de janeiro de 2019
PONTO DE ENCONTRO: Centro de Saúde da Foz do Sousa
HORA: 8h30 | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 12 km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio/Baixo


PONTO DE ENCONTRO



Em frente ao Centro de Saúde da Foz do Sousa

LOCALIZAÇÃO DO PERCURSO (clicar na imagem para ampliar)

Trilho, não marcado, por caminhos rurais, florestais e antiga linha férrea que ligava Midões à foz do Sousa.

PERFIL DO PERCURSO (clicar na imagem para ampliar)



PONTOS DE INTERESSE

Antiga Central de Captação de Água da Foz do Sousa



De entre as freguesias de Gondomar, consta a de Foz do Sousa, termo que beneficia amplamente dos Rios Ferreira e Sousa que o atravessam, irrigando e fertilizando os seus campos, ao mesmo tempo que lhe conferem notórias potencialidades turísticas, nomeadamente através da fruição de praias fluviais, assim como da barragem de Crestuma-Lever, excelente para a prática dos mais diversos tipos de desportos náuticos. 
E foi, justamente, a pensar na existência de abundantes recursos hídricos e sua maximização, que se construiu aquela que é conhecida por "Antiga Central de Captação de Água da Foz do Sousa", e, mais propriamente, para abastecimento da cidade do Porto. 
Com efeito, foi a partir de 1855 e, em especial, através do decreto real aprovando o contrato firmado com a Compagnie Générale des Eaux pour l'Étranger, para construção de obras de captação, elevação, transporte e distribuição de água ao domicílio, que foi conferira ao Porto a exclusividade de utilização das águas dos Rios Sousa e Ferreira, erguendo-se, para o efeito, e entre outras estruturas, a 'Central-do-Sousa', mas cuja fragilidade, em tempo de cheias, justificou as beneficiações nela realizadas, já em finais do anos vinte do século XX, até que a edificação da 'Central Elevatória de Lever' conduziu à sua desativação. Adaptado de http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/6808855/

Antigas minas de carvão de Midões


Esta mina situava-se na confluência das freguesias de Gens, Foz do Sousa e Covelo. Em 1872, pertence à firma Hastings & Tait, que, passados alguns anos, alteram a denominação social para Veloso & Tait. Em 1912, o arrendatário passa a ser Manuel Martins da Rocha, que adquire a propriedade em 1916 e cria a Empresa Mineira do Carvão de Midões, limitada, acrescentando novas concessões das freguesias de São Pedro da Cova e de Melres à original. Sob a administração da Empresa Mineira do Carvão de Midões dão-se os grandes investimentos nesta localização, com a abertura de novos poços e a instalação de oficinas, armazéns, escritório e de um caminho de ferro para transporte do produto até à Foz do Sousa, seguindo a partir daí em transporte fluvial até ao Porto. Durante o período de laboração, o carvão extraído era transportado em pequenos vagões puxados por uma pequena locomotiva a vapor em linha férrea de bitola estreia (60cm). A linha é atravessada por mais de uma dezena de linhas de água usadas como sistemas de partilha de água para os regadios tradicionais e que alimentava uma rede de moinhos, desativados há mais de 40 anos. No ano de 1924, é alterado o pacto social, passando a empresa a designar-se de Companhia Anónima Portuguesa para Exploração de Combustíveis, em que entrou capital francês. Contudo, não se chega a avançar com novos planos de investimento. A produção é suspensa em 1927, atravessando-se uma grave crise financeira. Adaptado de "Breve História da Exploração Mineira em Gondomar", Artur F. T. Vieira de Sousa

Moinhos de Jancido


Junto à antiga linha de Midões que ligava as minas de Covelo à foz do rio Sousa, em Gondomar, os oito moinhos de Jancido estavam esquecidos, degradados e cobertos por vegetação. Em outubro de 2016, um grupo de amigos decidiu, de forma voluntária, recuperar as estruturas - construídas há séculos e que funcionavam com a água da chamada ribeira de Caia-Águas. Adaptado de https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/oito-moinhos-de-jancido-recuperados-por-grupo-de-amigos

PR1 - TRILHO DAS LENDAS: "por moinhos, levadas e penedos do Mozinho"


DIA: Domingo, 6 de janeiro de 2019
PONTO DE ENCONTRO: Rotunda de Gandra (saída da A4)
HORA: 8h15 | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 13 km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio/Baixo



PONTO DE ENCONTRO

Rotunda de Gandra, à saída do nó de Campo, da A4

LOCALIZAÇÃO DO PERCURSO (clicar na imagem para ampliar)



PERFIL DO PERCURSO (clicar na imagem para ampliar)



PONTOS DE INTERESSE

Moinhos, levadas e penedos do Mozinho...

"Situada numa ligeira encosta, a bonita aldeia de Figueira desce calmamente até chegar a uma planície. Rodeada de verde, a povoação data de há quase mil anos, como comprova o primeiro documento que lhe faz referência, datado de 1085! Deixe-se encantar por esta antiga aldeia, pertence ao concelho de Penafiel, integrada na baía do rio Sousa. Passeie junto a este rio e renda-se a um dos ex-líbris de Figueira, que por si só vale uma visita: um conjunto de oito moinhos de rego distribuídos desde o topo do Mozinho, servidos pelo ribeiro de Pisão, até às casas. Uma caminhada pela natureza a não perder!

Ao longo de um passeio pela aldeia encontra, também, diversas referências religiosas, como a Nossa Senhora de Fátima e os três pastorinhos, um antigo cruzeiro ou a Igreja de Figueira. Com uma história sempre ligada à pastorícia, na aldeia ergue-se uma estátua que homenageia os pastores da terra, existentes desde tempos antigos e agora imortalizados numa imagem de pedra."
http://www.aldeiasportugal.pt/








MAIS IMAGENS
Ver reportagem da caminhada realizada em outubro de 2016: