PR1 CRZ - TRILHO DE SÃO LOURENÇO

 

DIA: Domingo, 22 de dezembro de 2024
PONTO DE ENCONTRO: Igreja Paroquial de Pombal de Ansiães
HORA: 8h30m | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 14 km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio Alto

COMO CHEGAR AO PONTO DE ENCONTRO

Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui,
ou cola o código 7JPR+4R Pombal no Google Maps.

MAPA DO PERCURSO


Trilho de São Lourenço, sem dúvida um dos mais emblemáticos do Parque Natural Vale do Tua. O trilho tem sensivelmente 14 km e tem como pontos altos os fantásticos miradouros da Calçada de São Lourenço, de S. Lourenço e de Barrabáz, dos quais se tem fantásticas vistas sobre o rio Tua. Pelo caminho irá percorrer uma calçada romana e ter a oportunidade de visitar as Termas de São Lourenço e ainda as antigas estações da Linha do Tua de São Lourenço e Santa Luzia. O trilho terá cerca de 12km se não forem feitas as derivações.

PERFIL DO PERCURSO



DESCRIÇÃO E MOTIVOS DE INTERESSE

Clica aqui para fazer download do panfleto informativo

A Pequena Rota “Trilho de São Lourenço” tem início e fim no painel informativo localizado na aldeia de Pombal, próximo da Igreja de S. Lourenço de Pombal. Segue em direção ao Miradouro da Calçada de S. Lourenço e percorre toda a Calçada até à aldeia de São Lourenço. Há uma derivação* para o miradouro de S. Lourenço.
Na aldeia de S. Lourenço, conhecida pelas suas Termas de águas quentes medicinais, existe uma derivação* até à antiga estação de São Lourenço, atualmente um cais utilizado pelos barcos que efetuam a ligação entre a barragem de Foz Tua e a aldeia da Brunheda. Saindo de São Lourenço, o trilho segue em direção ao miradouro de Barrabáz.
Ao longo deste troço existe a possibilidade de seguir por uma derivação* até muito próximo do rio Tua, onde outrora existia a estação de Santa Luzia. Esta Pequena Rota percorre a micro-reserva de São Lourenço, onde florestas e afloramentos rochosos são o habitat de uma enorme variedade de espécies de plantas e de animais.
*O trilho terá cerca de 12km se não forem feitas as derivações.

Pontos de Interesse


Vale do Tua

Miradouro da Calçada de S. Lourenço

Miradouro de S. Lourenço

Linha do Tua e estação de S. Lourenço 

Miradouro de Barrabáz


PR1 - PEDRAS, MOINHOS E AROMAS DE SANTIAGO - MARCO de CANAVESES

 

Percurso feito









Cascata perto do moinho do Balcão e do Penedo do Banco

Penedo do Banco

Escadaria para a capela de Santiago








Acesso aos moinhos de água de Soalhães

Moinhos de água de Soalhães

Cerca de 10 moinhos de água de Soalhães
que aproveitavam o mesmo ribeiro








Famosa tasquinha de Almofrela





Pormenor do interior da Igreja de São Martinho de Soalhães

PR1 - PEDRAS, MOINHOS E AROMAS DE SANTIAGO - MARCO de CANAVESES

 

DIA: Domingo, 8 de dezembro de 2024
PONTO DE ENCONTRO: Igreja de Soalhães, Marco Canaveses
HORA: 8h30m | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 14 km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio

COMO CHEGAR AO PONTO DE ENCONTRO

Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui,
ou cola o código 5W63+69 Soalhães no Google Maps.

MAPA DO PERCURSO


Este percurso pedestre circular tem início (e fim) na Igreja românica de São Martinho de Soalhães e atravessa a inconfundível paisagem da serra da Aboboreira. A meio do percurso impõe-se uma paragem obrigatória em Almofrela, classificada como Aldeia de Portugal.

PERFIL DO PERCURSO


DESCRIÇÃO E MOTIVOS DE INTERESSE

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O percurso tem início junto à Igreja Matriz de Soalhães, decorrendo, posteriormente, numa área montanhosa (a Serra da Aboboreira) de elevado valor cultural e natural. Assim, durante o trajeto, percorrem-se caminhos antigos, ladeados por muros de pedra, muitas vezes escavados na rocha-mãe, por sua vez rasgados pelas rodas dos carros de bois. Além disto, as gentes destas terras, ancestralmente adaptadas aos ambientes rurais e vivendo em tradicionais casas graníticas de arquitetura tipicamente portuguesa, ainda cultivam o campo à força braçal e animal. Tal ambiente, calmo e pouco povoado, propicia a existência de refúgios ecológicos para inúmeras espécies da fauna e da flora. Deste modo, ao longo do itinerário os pedestrianistas percorrem bosques de carvalhos, eucaliptos e pinheiros; campos de cultivo sobranceiros às aldeias e zonas de vegetação arbustiva. Nesta linha de pensamento, é de frisar uma característica nesta zona: a utilização de ervas aromáticas na gastronomia e na medicina tradicional, tais como o rosmaninho, o alecrim, o louro, a hortelã, a salsa, o funcho, a arruda, o trovisco, a cidreira, a marcela, a arnica, os agriões e os poejos.


No âmbito da fauna, a serra da Aboboreira serve de hospedaria para várias espécies de invertebrados, destacando-se as distintas borboletas e escaravelhos, entre outros. No entanto, nesta região encontram-se ainda, aproximadamente, 68 espécies de vertebrados terrestres, não incluindo as aves, dando-se o destaque para a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o lagarto-de-água e a toupeira-de-água, entre muitos outros exemplares. Relativamente aos mamíferos destacam-se o javali, o coelho bravo, a lebre, a raposa e o gato-bravo. Ao mesmo tempo, na fauna doméstica, encontram-se ovinos e caprinos, que pastoreiam na encosta da serra (permitindo a confeção do saboroso queijo fresco), assim como os bovinos, utilizado ainda nas lavouras tradicionais. Matizando a paisagem, podem observar-se grandiosos rochedos com formas finamente arredondadas, lembrando silenciosos guardiões da serra. Umas vezes são usados como escudos protetores dos temporais, justificando o facto de antigamente o povo partilhar com eles o seu lar, ao construir as suas casas a elas encostadas. Outras vezes, estes geomonumentos, pela desproporção e “equilíbrio ameaçador” em que se encontram, inclinados sobre as habitações, parecem querer recordar ao Homem a sua pequenez e a realidade da sua existência estar nas mãos do destino.


De forma colateral, é possível assistir à trituração de cereais (como por exemplo, do milho) nos moinhos de água, como o “Moinho de Balcão”. O último faz parte de um belo conjunto de onze, envolvidos por uma vegetação luxuriante e acompanhados pela Ribeira de Vinheiros, em Soalhães, e dos quais foram recuperados mais três, pela Junta de Freguesia. Apesar das suas últimas moagens terem ocorrido na década de 1970, o “Moinho de Balcão”, trabalha como antigamente.


Adaptado de:
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Porto/Marco_de_Canaveses/MCN_PR1_Pedras_Moinhos_e_Aromas_de_Santiago.html