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ANTIGA LINHA DE MIDÕES E MOINHOS DE JANCIDO


DIA: Domingo, 18 de janeiro de 2026
PONTO DE ENCONTRO: Centro de Saúde da Foz do Sousa
INÍCIO: 8:30 | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 13 Km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: médio


PONTO DE ENCONTRO

Em frente ao Centro de Saúde da Foz do Sousa.

Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui
ou cola o código 
3FVX+Q3 Foz do Sousa no Google Maps.


MAPA DO PERCURSO



PERFIL DO PERCURSO



PONTOS DE INTERESSE

Antiga Central de Captação de Água da Foz do Sousa

Com efeito, foi a partir de 1855 e, em especial, através do decreto real aprovando o contrato firmado com a Compagnie Générale des Eaux pour l'Étranger, para construção de obras de captação, elevação, transporte e distribuição de água ao domicílio, que foi conferira ao Porto a exclusividade de utilização das águas dos Rios Sousa e Ferreira, erguendo-se, para o efeito, e entre outras estruturas, a 'Central-do-Sousa', mas cuja fragilidade, em tempo de cheias, justificou as beneficiações nela realizadas, já em finais do anos vinte do século XX, até que a edificação da 'Central Elevatória de Lever' conduziu à sua desativação.

Adaptado de: https://imovel.patrimoniocultural.gov.pt/detalhes.php?code=6808855

Parque de Merendas em Travassos

Junto à foz do rio Ferreira, na freguesia da Foz do Sousa


Uma das lagoas de Midões - antiga mina de exploração de carvão

Esta mina situava-se na confluência das freguesias de Gens, Foz do Sousa e Covelo. Em 1872, pertence à firma Hastings & Tait, que, passados alguns anos, alteram a denominação social para Veloso & Tait. Em 1912, o arrendatário passa a ser Manuel Martins da Rocha, que adquire a propriedade em 1916 e cria a Empresa Mineira do Carvão de Midões, limitada, acrescentando novas concessões das freguesias de São Pedro da Cova e de Melres à original. Sob a administração da Empresa Mineira do Carvão de Midões dão-se os grandes investimentos nesta localização, com a abertura de novos poços e a instalação de oficinas, armazéns, escritório e de um caminho de ferro para transporte do produto até à Foz do Sousa, seguindo a partir daí em transporte fluvial até ao Porto. 
Adaptado de "Breve História da Exploração Mineira em Gondomar", Artur F. T. Vieira de Sousa


Antigo canal da linha de comboio de Midões à Foz do Sousa

 A linha é atravessada por mais de uma dezena de linhas de água usadas como sistemas de partilha de água para os regadios tradicionais e que alimentava uma rede de moinhos, desativados há mais de 40 anos. No ano de 1924, é alterado o pacto social, passando a empresa a designar-se de Companhia Anónima Portuguesa para Exploração de Combustíveis, em que entrou capital francês. Contudo, não se chega a avançar com novos planos de investimento. A produção é suspensa em 1927, atravessando-se uma grave crise financeira. Durante o período de laboração, o carvão extraído era transportado em pequenos vagões puxados por uma pequena locomotiva a vapor em linha férrea de bitola estreia (60cm).
Adaptado de "Breve História da Exploração Mineira em Gondomar", Artur F. T. Vieira de Sousa

Rio Sousa

Travessia do rio Sousa


Junto à antiga linha de Midões que ligava as minas de Covelo à foz do rio Sousa, em Gondomar, os oito moinhos de Jancido estavam esquecidos, degradados e cobertos por vegetação. Em outubro de 2016, um grupo de amigos decidiu, de forma voluntária, recuperar as estruturas - construídas há séculos e que funcionavam com a água da chamada ribeira de Caia-Águas.

Moinhos de Jancido

Moinhos de Jancido

Moinhos de Jancido

Moinhos de Jancido

Rio Sousa

No dia 18, celebra-se a Festa em honra de Santo Amaro.
No final da caminhada, cumpriremos a tradição com figos e jeropiga.

DE ALVRE À SRA DO SALTO PELA SERRA DE STA IRIA

 

DIA: Domingo, 14 de dezembro de 2025
PONTO DE ENCONTRO: Café Rio À Vista - Alvre | HORA: 8:30
DISTÂNCIA: 13 km | DURAÇÃO: 4 horas
GRAU DE DIFICULDADE: médio


PONTO DE ENCONTRO

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ou cola o código 
4HMJ+CP Aguiar de Sousa no Google Maps.


MAPA DO PERCURSO

Ver trilho no Outdooractive


PERFIL DO PERCURSO



LOCAIS DE INTERESSE

Serra Santa Iria


Senhora do Salto

Rio Sousa


TRILHO DA PRIMAVERA COM A URZE E A CARQUEJA FLORIDA

 

DIA: Domingo, 24 de março de 2024
PONTO DE ENCONTRO: Café Rio à Vista, Alvre
INÍCIO: 8h15m | DISTÂNCIA: 15 Km | DURAÇÃO: 4 horas
GRAU DE DIFICULDADE: médio


COMO CHEGAR AO PONTO DE ENCONTRO

Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui,

ou cola o código 4HMJ+CP Aguiar de Sousa no Google Maps.



MAPA DO PERCURSO

Percurso não sinalizado,
por caminhos rurais e trilhos florestais (ver trilho).


PERFIL DO PERCURSO



LOCAIS DE INTERESSE

Lilás da flor da urze.
A urze é um pequeno arbusto que também é conhecida pelos nomes vulgares de Torga, Queiró, Queiroga, entre outros. Consegue desenvolver-se em zonas de floresta degradada, ou em solos degradados e empobrecidos onde o desenvolvimento de outras espécies está comprometido. É uma planta rica em néctar e pólen, sendo muito atrativa para os polinizadores, sobretudo as abelhas. 

Aldeia de Quintandona - Lagares

Aldeia de Quintandona - Lagares
Mais informações em Aldeias de Portugal

Amarelo da flor da carqueja e lilás da urze


Rio Sousa, junto a Alvre

TRILHO DAS ALDEIAS DAS SERRAS DO PORTO

 

Trilho das Aldeias das Serras do Porto



Trilho das Aldeias das Serras do Porto, pela variante da Serra de Santa Iria




Pelo Trilho dos Moinhos até Aguiar de Sousa

Chegada à Senhora do Salto

Rio Sousa

Os quatro resistentes

Passagem do Rio Sousa pela "Boca do Inferno"

Pelo Trilho de Alvre, na margem do rio Sousa, até à aldeia de Alvre

Passagem pela Ribeira de Santa Comba


À entrada da aldeia de Alvre


DE ALVRE A QUINTANDONA - PAISAGEM COM MUITA URZE E CARQUEJA FLORIDA

 

Saída de Alvre em direção a Quintandona



Lilás da flor da urze.
A urze é um pequeno arbusto que também é conhecida pelos nomes vulgares de Torga, Queiró, Queiroga, entre outros. Consegue desenvolver-se em zonas de floresta degradada, ou em solos degradados e empobrecidos onde o desenvolvimento de outras espécies está comprometido. É uma planta rica em néctar e pólen, sendo muito atrativa para os polinizadores, sobretudo as abelhas. 

Amarelo da flor da carqueja.
Esta pequeno arbusto floresce entre Março e Julho. Trata-se de uma planta bastante resistente aos incêndios. Depois de um fogo, apesar das partes aéreas serem consumidas, a parte enterrada não fica destruída. A carqueja rapidamente produz novos rebentos que se desenvolvem vigorosamente, até por falta de concorrência doutras espécies entretanto também consumidas pelo fogo e sem a mesma capacidade de renovação.


O grupo de caminheiros

Baloiço e parque de lazer no Alto da Pegadinha, Lagares


Promover a economia local na aldeia de Quintandona





Relógio de sol em parede de casa de Casconha, Sobreira


Amarelo da flor da carqueja e lilás da urze



De regresso a Alvre (15Km feitos em pouco mais de 4 horas)