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PELA SERRA DA ABOBOREIRA: PR4 - TRILHO DOS DÓLMENS






Conjunto megalítico da Aboboreira

Conjunto megalítico da Aboboreira




Miradouro da Nossa Senhora da Guia





Aldeia de Aboboreira












PELA SERRA DA ABOBOREIRA: PR4 - TRILHO DOS DÓLMENS


DIA: Domingo, 13 de abril de 2025
PONTO DE ENCONTRO: Centro hípico de Baião
HORA: 9h00 | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 14 km
DURAÇÃO: ± 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio



PONTO DE ENCONTRO

Para saberes onde é o ponto de encontro, clica aqui

ou cola o código 5X82+85 Baião  no Google Maps.


LOCALIZAÇÃO DO PERCURSO


PERFIL DO PERCURSO



CARACTERÍSTICAS DO PERCURSO


Este percurso faz a ligação do Centro Hípico de Baião com a zona mais alta da Serra da Aboboreira, onde se encontram os principais exemplares do património arqueológico desta serra. O percurso faz também a ligação com as aldeias da Aboboreira e Almofrela, caracterizadas por uma arquitetura rural preservada e onde pode testemunhar ainda o dia a dia vivido nestas aldeias desde há séculos. Proporciona ainda magníficas panorâmicas sobre os vales do Tâmega e do Ovil e comunica no cimo da serra com os outros percursos da rede de Trilhos da Aboboreira.
A paisagem que se observa ao longo deste percurso conta com a história da transformação das densas florestas primitivas de carvalhos numa paisagem aberta, devido à atividade agro-pastoril que o homem aqui desenvolveu ao longo de milhares de anos.

Paisagem no alto da Serra da Aboboreira

Outeiro de Gregos, estão identificados cinco monumentos de
diferentes tipologias e diferentes rituais correspondendo
a épocas distintas da Pré-história (Neolítico e Idade do Bronze).

Capela da Senhora da Guia e miradouro

Aldeia de Almofrela

No final, há piquenique no parque de merendas próximo do Centro Hípico de Baião.

PR1 - PEDRAS, MOINHOS E AROMAS DE SANTIAGO - MARCO de CANAVESES


DIA: Domingo, 24 de novembro de 2019
PONTO DE ENCONTRO: Igreja de Soalhâes, Marco Canaveses
HORA: 8h30m | DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 14 km
DURAÇÃO: 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio


MAPA DO PERCURSO


Este percurso pedestre circular tem início (e fim) na Igreja românica de São Martinho de Soalhães e atravessa a inconfundível paisagem da serra da Aboboreira. A meio do percurso impõe-se uma paragem obrigatória em Almofrela, classificada como Aldeia de Portugal.

PERFIL DO PERCURSO


DESCRIÇÃO E MOTIVOS DE INTERESSE


Clica aqui para fazer download do panfleto informativo

O percurso tem início junto à Igreja Matriz de Soalhães, decorrendo, posteriormente, numa área montanhosa (a Serra da Aboboreira) de elevado valor cultural e natural. Assim, durante o trajeto, percorrem-se caminhos antigos, ladeados por muros de pedra, muitas vezes escavados na rocha-mãe, por sua vez rasgados pelas rodas dos carros de bois. Além disto, as gentes destas terras, ancestralmente adaptadas aos ambientes rurais e vivendo em tradicionais casas graníticas de arquitetura tipicamente portuguesa, ainda cultivam o campo à força braçal e animal. Tal ambiente, calmo e pouco povoado, propicia a existência de refúgios ecológicos para inúmeras espécies da fauna e da flora. Deste modo, ao longo do itinerário os pedestrianistas percorrem bosques de carvalhos, eucaliptos e pinheiros; campos de cultivo sobranceiros às aldeias e zonas de vegetação arbustiva. Nesta linha de pensamento, é de frisar uma característica nesta zona: a utilização de ervas aromáticas na gastronomia e na medicina tradicional, tais como o rosmaninho, o alecrim, o louro, a hortelã, a salsa, o funcho, a arruda, o trovisco, a cidreira, a marcela, a arnica, os agriões e os poejos.


No âmbito da fauna, a serra da Aboboreira serve de hospedaria para várias espécies de invertebrados, destacando-se as distintas borboletas e escaravelhos, entre outros. No entanto, nesta região encontram-se ainda, aproximadamente, 68 espécies de vertebrados terrestres, não incluindo as aves, dando-se o destaque para a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o lagarto-de-água e a toupeira-de-água, entre muitos outros exemplares. Relativamente aos mamíferos destacam-se o javali, o coelho bravo, a lebre, a raposa e o gato-bravo. Ao mesmo tempo, na fauna doméstica, encontram-se ovinos e caprinos, que pastoreiam na encosta da serra (permitindo a confeção do saboroso queijo fresco), assim como os bovinos, utilizado ainda nas lavouras tradicionais. Matizando a paisagem, podem observar-se grandiosos rochedos com formas finamente arredondadas, lembrando silenciosos guardiões da serra. Umas vezes são usados como escudos protetores dos temporais, justificando o facto de antigamente o povo partilhar com eles o seu lar, ao construir as suas casas a elas encostadas. Outras vezes, estes geomonumentos, pela desproporção e “equilíbrio ameaçador” em que se encontram, inclinados sobre as habitações, parecem querer recordar ao Homem a sua pequenez e a realidade da sua existência estar nas mãos do destino.


De forma colateral, é possível assistir à trituração de cereais (como por exemplo, do milho) nos moinhos de água, como o “Moinho de Balcão”. O último faz parte de um belo conjunto de onze, envolvidos por uma vegetação luxuriante e acompanhados pela Ribeira de Vinheiros, em Soalhães, e dos quais foram recuperados mais três, pela Junta de Freguesia. Apesar das suas últimas moagens terem ocorrido na década de 1970, o “Moinho de Balcão”, trabalha como antigamente.


Similarmente, para além da Igreja Matriz de Soalhães (referida inicialmente), as capelas de S. Clemente, S. Tiago, S. Brás e S. Bento do Pinhão evidenciam a presença das construções de caráter religioso em diferentes partes da paisagem deste percurso pedestre.

Adaptado de:
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Porto/Marco_de_Canaveses/MCN_PR1_Pedras_Moinhos_e_Aromas_de_Santiago.html



PASSEIO PELA SERRA DA ABOBOREIRA - PR4 - TRILHO DOS DÓLMENS


Percurso feito, na serra da Aboboreira,
no dia 24 de fevereiro de 2019
(ver no ViewRanger)

Centro hípico de Baião






Foto de grupo



Capela de Nossa Senhora da Guia




Chegada à aldeia de Aboboreira




Aldeia de Almofrela