PARQUES E JARDINS DO PORTO


DIA: Domingo, 11 de outubro de 2020
PONTO DE ENCONTRO: Parque da Cidade do Porto
HORA: 8:30 | DISTÂNCIA A PERCORRER: cerca de 30km
DURAÇÃO: ± 4 horas (inclui paragens nos jardins)
GRAU DE DIFICULDADE: Médio



MAPA DO PERCURSO



PONTOS DE INTERESSE

1- Parque da Cidade


O Parque da Cidade é o maior parque urbano do país, com 83 hectares e cerca de dez quilómetros de percursos.

2- Parque Urbano da Pasteleira


Construído entre 2004 e 2009, foi projetado pela arquiteta paisagista Marisa Lavrador, divide-se em duas parcelas separadas pela Rua de Afonso Paiva, mas ligadas por três pontões. Os pinheiros bravos e sobreiros, representam a última grande parcela de vegetação natural, os Pinhais da Foz. 

3- Jardim Botânico do Porto


O Jardim Botânico do Porto foi inaugurado em 1951 e fica nos jardins da Quinta do Campo Alegre. O espaço tem dois lagos — um deles com nenúfares —, estufas de catos e plantas tropicais, árvores centenárias.

4- Jardins do Palácio de Cristal


Estes jardins foram projetados pelo berlinense Emil David (1839-1873), no âmbito da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Atualmente conservam-se ainda do projeto original, o Jardim Emil David na entrada principal, as Avenidas das Tílias e dos Plátanos, o bosque e a conceção das varandas sobre o Douro. Na Avenida das Tílias, encontramos a Biblioteca Municipal Almeida Garrett, a Concha Acústica e a Capela de Carlos Alberto da Sardenha. 

5- Jardim da Cordoaria


O Jardim João Chagas, normalmente conhecido como Jardim da Cordoaria, por causa dos cordoeiros que lá trabalhavam (homens que faziam ou vendiam cordas), data de 1924 e localiza-se próximo da Torre dos Clérigos. 
Neste jardim encontram-se algumas esculturas, uma delas retrata treze figuras humanas e que se chama ‘Treze a rir uns dos outros’, obra de um escultor de Madrid, Juan Muñoz e que foi instalada quando o Porto foi considerada Cidade Europeia da Cultura, em 2001.

6- Jardim de São Lázaro


O Jardim de São Lázaro é o mais antigo do Porto, foi inaugurado em 1834, depois de D. Pedro I ter mandado ajardinar o antigo Campo de São Lázaro, durante o Cerco do Porto.

7- Jardins de Nova Sintra


Este parque foi noutros tempos propriedade da família Reid, de origem britânica, tendo sido adquirida pela Câmara Municipal do Porto em 1932. O jardim mantém muitas características de origem: grande diversidade botânica, denso arvoredo, mata frondosa, numerosas alamedas e veredas. O palacete da quinta é hoje ocupado pela empresa Águas do Porto e respetivas infraestruturas, e o espaço verde da quinta, transformado em parque, alberga as antigas fontes e chafarizes do Porto, deslocados na altura da progressiva canalização da água na cidade

8- Jardim do Cálem


Este espaço oferece vistas magníficas sobre o rio Douro e nele se destacam os altos choupos negros, assim como um monumento que recorda a expedição de Ceuta de 1415.

9- Jardim do Passeio Alegre


O Jardim do Passeio Alegre foi construído nos finais do século XIX.
Com um coreto, lagos e esculturas e o pormenor da época, as casas de banho públicas ficam num edifício construído em 1910, decorado com azulejos Arte Nova e loiças inglesas.

10- Jardim da Av. de Montevideu


Ao longo da Avenida Montevideu e prolongando-se pela Avenida Brasil, é possível contemplar os bonitos jardins. Logo no início da Avenida encontra-se uma fonte, autoria do arquiteto Manuel Marques, inaugurada em 1931. A estátua do Homem do Leme, de 1934, na praia com o mesmo nome, constitui uma homenagem aos homens do mar.



ALDEIA DE CABROELO E MOINHOS DO RIO MAU


DIA: Domingo, 20 de setembro de 2020
PONTO DE ENCONTRO: Rotunda de Gandra
 | HORA: 8:00
INÍCIO DA ATIVIDADE: Capela de Cabroelo | INÍCIO: 8:30
DISTÂNCIA DA CAMINHADA: 12km
DURAÇÃO: 
± 4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: Médio



PONTO DE ENCONTRO

Rotunda de Gandra, à saída do nó de Campo, da A4

LOCALIZAÇÃO DO PERCURSO

Cabroelo é um lugar da freguesia de Capela, concelho de Penafiel.

MAPA DO PERCURSO


O percurso não é sinalizado. Começa com um passeio pela aldeia de Cabroelo e depois percorre caminhos rurais e trilhos florestais.

PONTOS DE INTERESSE

A aldeia de Cabroelo é um pequeno núcleo rural com construções de granito, envolto por uma paisagem deslumbrante, onde os moinhos, azenhas e as fachadas de traça original foram totalmente recuperados.


Na aldeia de Cabroelo encontra-se a Capela de S. Mateus, templo do povo, construção que data do ano de 1872, constituído  por um curioso altar em talha barroca. Logo abaixo, vários caminhos conduzem os visitantes ao casario da aldeia.


Inserida no vale do rio Mau,no concelho de Penafiel, Cabroelo é uma aldeia reconstruída e preservada que se encontra integrada na rede de “Aldeias de Portugal”.


No centro do antigo casario as habitações tradicionais, em especial a casa Alves, de 1805, é um exemplo de arquitetura tradicional com a sua longa fachada virada para o caminho.
Na aldeia, as construções são na sua maioria em granito, as eiras em xisto e os pequenos espigueiros em madeira.


Capela de S. Pedro de Pegureiros, na Serra da Boneca (freguesia de Canelas).


Ao longo do vale do rio Mau existem vários moinhos abandonados.

IMAGENS DA ROTA DO MOSTEIRO DE VAIRÃO

 

Painel informativo da Rota do Mosteiro de Vairão

Igreja do Mosteiro de Vairão

Início da caminhada

Aqueduto da Quinta dos Fidalgos

Aqueduto da Quinta dos Fidalgos


Visita a uma vacaria

Interior da vacaria

Capela de Nossa Sra da Espectação

Fotografia dos caminhantes

Capela de Nossa Sra da Espectação

Antiga Fábrica da Pólvora

Acesso à Capela de S. Brás

Igreja Paroquial de Gião


Acesso à Capela de Santo Ovídio

Capela de Santo Ovídio

Vista panorâmica desde o monte de Sto Ovídio

Quinta de S. Bento (antigo Museu Agrícola de Entre Douro e Minho)

Quinta de S. Bento (antigo Museu Agrícola de Entre Douro e Minho)











PATRIMÓNIO DE VILA DO CONDE - ROTA DO MOSTEIRO DE VAIRÃO

DIA: Domingo, 13 de setembro de 2020
PONTO DE ENCONTRO:
Mosteiro de Vairão
INÍCIO DA CAMINHADA:
8h30 | DISTÂNCIA: 12 Km
DURAÇÃO:
4 horas | GRAU DE DIFICULDADE: médio/baixo


MAPA DO PERCURSO


PERFIL DO PERCURSO



DESCRIÇÃO DO PERCURSO

Integrada no concelho de Vila do Conde pela divisão administrativa de 1834, as origens da freguesia de Vairão são bastante remotas, conforme indicam documentos que confirmam a sua existência já no século X. O mais antigo desses documentos, de 974, é a carta de doação da Villa Valeriani e de duas igrejas, feita pelo presbítero Romario e sua irmã Emilio ao Mosteiro de Vairão.

Mosteiro de Vairão

O mosteiro foi, durante os seus nove séculos de existência, uma instituição notável pelo número de religiosos que acolheu, pelo seu opulento património e pela riqueza do seu cartório, que produziu abundantes documentos, muitos dos quais anteriores à fundação da nacionalidade e hoje depositados na Torre do Tombo.

Referência para o excelente e raro retábulo de talha dourada, bem como os magníficos azulejos policrómicos que revestem as paredes interiores da Capela de S. João Baptista, localizada no interior da igreja do convento e cuja data de construção aponta para os séculos XIV/XV.
Já no exterior, no adro comum à igreja conventual, realce para a Capela do Senhor dos Passos, datada do primeiro quartel do século XVIII.
Subindo a rua irá encontrar, do lado esquerdo, embutidos na parede, os Passos da Via Sacra e o Cruzeiro do Largo do Mosteiro. Em frente surge a Capela de Nossa Senhora da Lapa, , cuja construção remonta ao ano de 1726.

Capela de Nossa Senhora da Lapa

Magníficas casas senhoriais confinam com o Largo da Feira, entre elas, a Quinta do Martins, datada de 1878, e a Quinta do Sá, construção setecentista. Junto a esta última eleva-se um cruzeiro, com data de construção situada entre os séculos XVI e XVII.

Aqui próximo existe o aqueduto da Quinta dos Fidalgos que acompanha o caminho.

Aqueduto da Quinta dos Fidalgos 

Seguindo pelo caminho estreito estaremos na presença da Capela de Nossa Senhora da Glória, propriedade da família Maiato.

Capela de Nossa Senhora da Glória

Mais à frente torna-se imperativo apreciar a Antela das Alminhas, monumento do tipo megalítico escavada pelo Abade Sousa Maia, pároco da freguesia e reconhecido historiador e arqueólogo.

Importante, também, é admirar a belíssima fachada da antiga Fábrica da Pólvora e, um pouco mais acima, a pequena ermida de S. Brás, antigamente conhecida como Capela de S. Brás das Cabras.

Antiga Fábrica da Pólvora

Junto à Igreja Paroquial de Canidelo, templo moderno com origens no seculo XVII, existe em acentuado estado de ruína  a Casa de Cavaleiros da Ordem de Malta, imóvel do seculo XVIII.

Nos documentos do acervo do Mosteiro de Vairão encontram-se várias referências a Gião, que atestam a existência desta terra antes mesmo da fundação de Portugal.

Igreja Paroquial de Gião

Não muito distante avista-se um belo cruzeiro setecentista e a Capela de Santo Ovídio, construída no alto do monte, com espetacular vista panorâmica,  e sobre o Castro Boi. Os vestígios deste povoado fortificado, hoje muito destruído, remontam à Idade do Ferro, anterior a romanização.

Capela de Santo Ovídio

No percurso podemos apreciar magnificas casas de Quinta, como a do Alferes, datada de 1866 e a de S. Bento, onde se encontrava instalado o Museu Agrícola de Entre Douro e Minho, entretanto desativado. Este espaço museológico foi galardoado, em 1991, pela UNESCO.

Quinta de São Bento

Para terminar, no regresso ao Largo do Mosteiros, é possível apreciar para a Capela de Santo António, anexa à Quinta de Crasto.